Por que nós NÃO temos um animal de estimação

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Oi Pessu.

Estava dando uma olhada nessas colunas do site MSN e me deparei com esse título, fiquei tão chocada, que não teve como não compartilhar com vocês!

A coluna é longa por isso vou dar uma resumida por aqui, ok?

” De um tempo pra cá, meu filho mais velho me chama de chata a torto e a direito. É um tal de chata porque regulo o horário de dormir, cobro a lição, ralho se toma muito refrigerante e digo pra arrumar o quarto. Tudo uma chatice, concordo  ̶  principalmente para quem manda. São os limites que quem ama precisa dar. Mas tem uma outra chatice minha que ele tem razão de reclamar: o veto a animal de estimação em casa. O que está em questão também tem a ver com limite: só que um limite meu! Não quero a parte do aborrecimento e da dor de cabeça que vem no pacote animal-dentro-de-casa, quando a casa em questão é um apartamento.

Ah, que mãe mais insensível   ̶  esse é o segundo comentário que também ouço muito. E nem me aborreço mais, de verdade. Só para constar: eu adoro animais de estimação, especialmente cães. E sim, eu já tive um em casa, assim que sai do endereço de meus pais e fui morar sozinha. Mas isso é outra história. Hoje o fato é que com dois filhos, trabalho, marido, tomar conta de um cachorro não cabe na minha rotina, e vou mostrar como tento argumentar sobre os pontos contra desse assunto . Se você estiver no olho do mesmo furacão que eu, com seus filhos cobrando um bichinho, isso pode até ser útil pra discussão na sua casa. Animal não é brinquedo, sente fome, dor e medo. É um bordão dos defensores de animais que eu aprovo totalmente. E acho que criança não entende a profundidade disso quando pede, pede, pede. A Bruna, por exemplo, diz que se tivesse um cachorro não precisava brincar sozinha quando o irmão está na escola. Ela tem razão. Sua motivação, justa, é a companhia na brincadeira. Mas… e na fome, na dor e na tristeza? Levar no veterinário, tratar da virose, limpar a sujeira.

Animais precisam ser tratados como animais. Ficar em casa sozinho a maior parte do dia não deve ser o sonho do labrador que meu filho sonha. E, se o sonho dele se tornasse realidade, quem pagaria o pato pelos uivos solitários e os latidos a cada vez que uma campainha soa? O vizinho de baixo e o de cima, provavelmente. Esse é um problemão para quem mora em condomínio, como eu. Tão sério que já ouvi até dizer de um procedimento para silenciar as cordas vocais do bicho! Desculpem-me, mas acho isso tão, tão absurdo. É como querer um bicho de pelúcia só que com vida! Eu prefiro admitir aos meus filhos que não é possível ter o cão em casa do que sacrificá-lo a viver sem latir.

Sim, todos os meus argumentos são racionais. Se deixasse só o meu coração falar,
claro que não resistiria aos apelos manhosos da minha dupla infantil. Mas aí,
quando estou quase cedendo, apelo para um argumento bem sensorial: não me vejo
todo dia de manhã recolhendo cocô de cachorro na minha varanda tão charmosa. Aí,
desisto, ligo pra minha cunhada, que tem uma casa maravilhosa com quintal e três
cachorros e vamos pra lá, passar o sábado rolando na grama com a turma canina.
Quem não tem cão… empresta a gata da amiga.”

Quem escreveu? Adriana Teixeira

*

Bom, eu concordo com ela em partes, pois ter um bichinho requer inúmeras responsabilidades, MAAAS imagina se todos pensassem da mesma forma que ela? Com certeza o mundo estaria perdido e existiria milhares e milhares peludos abandonados por aí. Não sei se voces concordam, mas achei isso pura preguiça dela. Nada melhor e mais saúdavel que uma criança viver com cães na sua infância. Pura PREGUIÇA, eu acho! E vocês o que acham? Sua opinião é muito importante para o blog, ok?

Foto: A fofa da Melina Souza, com seu Spock (muito amor!!)

Beijinhos,

Cão de Lua

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2 Respostas para “Por que nós NÃO temos um animal de estimação

  1. Denise

    Infelizmente o que essa mãe diz é bem real, realmente tem todos esses incovenientes. Vivi por tudo que ela ta vivendo, como as cobranças, a correria, apartamento, enfim tudo. Mas acabei cedendo por um porquinho-da-india. Uma fofa chamada Loreta que quando a chamamos, ela fica fazendo cui-cui. A maioria da responsabilidade ficou para o filho, mas depois sobrou pra mim. Dois anos depois acabei não resistindo aos novos apelos e pegamos um Yorkshire, mas nesse momento eu já estava consciente de que a maioria da responsabilidade seria minha e o custo também. Hoje vivemos como uma familia completa, mas as vezes é dificil chegar em casa e ter que passear com o cachorro, limpar o coco dele (as vezes fora do jornal) e olhar se está tudo ok com a Loreta. Mas pensando em tudo, valeu a pena. E não julgo essa mãe por esse pensamento. Pelo menos ela leva os filhos para brincar com um cão, tirando a frustração delas e ela gosta de bicho, isso quer dizer que não maltrata…

    • Obrigada por compartilhar sua história conosco! :)
      Como já disse,concordo com ela em partes, mas você me mostrou um lado que é realmente verdade! Nós temos dificulldade de dar conta e administrar nossa vida, filhos, casa… Porém um animal nao a ocuparia horas e horas e os filhos dela estão querendo muito, acho saúdavel essa convivência, não?

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